“Algumas noites
não foram feitas para dormir.
Foram feitas para pensaraté a alma começar a escrever sozinha.”
J. Kasra - Todos os direitos reservados
"Escrevo poemas e textos que cruzam magia, espiritualidade e ancestralidade. Aqui palavras viram rituais, sombras se tornam histórias e a névoa revela almas. Entre versos e fragmentos, convido você a sentir, refletir e atravessar o tempo da literatura que toca a essência e desperta o sagrado."
não foram feitas para dormir.
Foram feitas para pensarLiterature does not belong to niches. It belongs to the human being.
They call it a niche.
As if placing signs at the entrance of infinity.
As if believing the ocean could be divided by fences.
There, they say,
is poetry.
There, philosophy.
There, romance.
There, spirituality.
There, serious literature.
There, popular literature.
And they keep drawing borders over a continent that has never belonged to them.
The word watches.
And laughs.
Because the word was born before labels.
Before departments.
Before shelves.
Before the small republics built by critics who confuse classification with understanding.
There is a strange arrogance in those who demand a passport to cross a page.
As if imagination had to present documents.
As if beauty needed to justify its citizenship.
But literature was never obedient.
Rivers do not respect drawn lines on maps.
Clouds do not consult borders.
Stars do not belong to any nation of thought.
And true writing does not either.
It crosses.
It mixes.
It invades.
It contaminates.
A single sentence can carry the fever of poetry, the depth of philosophy, the vertigo of spirituality, and the brutality of reality.
Life does this every day.
Why should literature do less?
Perhaps because many do not wish to understand.
They wish only to catalogue.
Cataloguing is easier.
It requires less diving.
Less silence.
Less transformation.
Those who catalogue remain intact.
Those who truly read never return whole.
Here lies the problem.
Literature was not created to confirm shelves.
It was created to dismantle certainties.
To open cracks.
To place questions where walls once stood.
But we live in a curious time.
There are people who discuss genres without ever having visited the abyss.
They debate categories without ever having bled on a page.
They defend borders without ever having crossed a soul.
They confuse the map with the journey.
The label with the wine.
The frame with the artwork.
And while they argue about compartments, literature keeps escaping.
It passes under doors.
It climbs walls.
It enters through windows.
Because the word is older than any system created to contain it.
Writing is an act of freedom.
Reading is an act of crossing.
And literature, in its purest form,
does not belong to niches.
It belongs to the human being.
Whole.
Contradictory.
Unruly.
Universal.
J. Kasra — All rights reserved.
As paredes são mentirosas.
Fingem proteger enquanto aperfeiçoam a arte da separação.
Absorvem vozes.
Guardam segredos.
Engolem lágrimas.
Mas jamais impedem a solidão de entrar.
Há pessoas que vivem cercadas por paredes e passam a vida acreditando que estão seguras.
Não estão.
Estão apenas distantes.
Porque todo muro é uma fronteira entre o medo e aquilo que ele teme.
As paredes das casas são de pedra.
As do orgulho são de silêncio.
As da covardia são feitas de desculpas.
E estas costumam ser as mais espessas.
As paredes assistem a tudo.
Ao amor transformando-se em hábito.
À paixão transformando-se em ausência.
À presença transformando-se em mobília.
Conhecem o som das portas fechando.
Conhecem o peso das palavras nunca ditas.
Conhecem o eco dos afetos enterrados vivos.
Eis a ironia:
o ser humano passa metade da vida erguendo paredes para não sofrer
e a outra metade tentando descobrir por que ninguém consegue alcançá-lo.
No fim, não são os ventos que nos isolam.
Não são as tempestades.
Não são os abismos.
São os muros que construímos com as próprias mãos e depois chamamos de abrigo.
J. Kasra - Todos os direitos reservados.
O conhecimento sempre foi uma das mais importantes formas de proteção. Ao longo dos séculos, diferentes tradições preservaram ensinamentos voltados ao fortalecimento espiritual, à harmonização das energias e ao desenvolvimento de práticas capazes de auxiliar na construção de uma vida mais equilibrada e consciente.
Pensando nisso, reunimos quatro obras essenciais em uma coleção exclusiva destinada a estudantes, praticantes e interessados nas artes esotéricas que desejam aprofundar seus conhecimentos de maneira prática e acessível.
Conheça fundamentos, simbolismos e práticas tradicionais voltadas ao desenvolvimento espiritual e ao trabalho ritualístico.
Aprenda técnicas e orientações para fortalecer sua energia, harmonizar ambientes e desenvolver hábitos de proteção para o cotidiano.
Descubra a história, os significados e as formas de utilização de amuletos, talismãs e objetos tradicionalmente associados à proteção e ao fortalecimento energético.
Uma seleção de práticas inspiradas em tradições esotéricas destinadas ao equilíbrio pessoal, à organização energética e ao fortalecimento dos objetivos individuais.
Esta coleção foi desenvolvida para aqueles que desejam ampliar seus estudos, fortalecer sua prática espiritual e explorar conhecimentos preservados ao longo das gerações.
Adquira agora sua coleção:
https://pay.kiwify.com.br/JilsAyH
Conhecimento que protege, transforma e fortalece seus caminhos.
THE MINERALOGY OF MASKS Appearance learned early the art of polishing its own stone. Essence never needed such a theater. It simply is, ev...